O objetivo deste site é trazer informações sobre profissões,
atividades relativas a elas e sua situação
no mercado de trabalho.
Caso você queira informações
sobre uma profissão de seu interesse ainda não mencionada aqui,
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Sábado, Março 17, 2012

Redes Sociais: Quem publica palavrões perderá espaço no mercado de trabalho.

Quem publicar palavrões nas redes sociais
perderá empregos e clientes.
Quem publicar demonstrações de conhecimento profissional,
criatividade e capacidade de comunicação em alto nível
ficará no lugar dos demitidos 
e será mais procurado por clientes. 

Segundo uma informação divulgada pelo jornal "O Estado de S. Paulo" (o "Estadão") em sua edição online, cerca de 43% dos usuários do Twitter, do Facebook, do Orkut e de outras redes sociais expõem palavrões em seus comentários, suas postagens, seus vídeos, etc. Entretanto, embora seja um número expressivo, 43% ainda é minoria. Isto significa que a maioria (67%) ainda prefere evitá-los. Os que publicam palavrões tem agora mais motivos para mudar mudar seu comportamento: empresários, dirigentes de órgãos públicos (federais, estaduais e municipais) e potenciais clientes de profissionais liberais estão monitorando o que seus contratados estão publicando nessas redes. E prometem: aqueles que continuarem publicando palavrões serão sumariamente descartados. Os usuários que publicarem demonstrações de conhecimento de suas próprias atividades, comprovações de que estão bem informados sobre assuntos importantes para a sociedade em geral (política, economia, questões sociais, tecnologia, etc.) terão mais chances de obter vantagens, inclusive ocupando as vagas que serão deixadas pelos "desbocados". 
Ao que tudo indica, as empresas administradoras das redes sociais já estão agilizando também nas campanhas contra os palavrões publicados por seus usuários. O Twitter, por exemplo, já está disponibilizando um dispositivo chamado "Twesume", que visa incentivar os "tweeteiros" a desenvolver um bom nível de comunicação através da escrita, possibilitando até mesmo o resumo de um bom Curriculum Vitae. No entanto, seus usuários reclamam sobra a dificuldade de se expressarem num espaço suficiente apenas para 140 caracteres. No entanto, isto não é tão difícil, e eu posso provar. Vejam os exemplos abaixo:

1) - Elias Alves: desenhista, locutor, cantor, redator noticiarista com experiência em comunicação impressa e radiodifusão.

No exemplo acima, informei meu nome completo (ok, tem gente que tem nomes maiores, mas ainda assim é fácil) em minhas experiências de atividades em quatro profissões usando apenas 118 caracteres (incluindo espaços e pontuações). 

2) - O livro "Anjos e Demônios", de Dan Brown, é uma obra de ficção, mas guarda em si uma crítica sobre como se sucede a escolha de um Papa. 

No segundo exemplo, eu expus em apenas 130 caracteres uma crítica pessoa sobre um livro de mais de 300 páginas. 

Escrever de forma resumida é bastante fácil. Qualquer pessoa que procurar, sempre que possível, praticar bastante, logo conseguirá dominar essa capacidade com facilidade. Portanto, vocês, estudantes ou não, profissionais de qualquer área, demonstrem sensatez, inteligência, alto nível pessoal de educação e capacidade substituindo os palavrões, que apenas servem para denegrir sua própria imagem, por informações importantes, escritas numa linguagem que não precisa ser erudita mas pode ser popular sem ser apelações como o uso de impropérios (ou, como se diz popularmente, "palavrões"). Se você conseguir escrever de forma sucinta, objetiva e clara, digitando "aqui" em vez de "aki", "para que" em vez de "para k", etc., terá muito a lucrar com isto. Se usar palavrões, estará sentenciando o fim de sua carreira, talvez antes mesmo de começá-la. 
Resumindo: use as redes sociais com sensatez. 

Quarta-feira, Janeiro 25, 2012

A Combinação Necessária entre Estratégia e Cultura do Profissional

Um artigo publicado 
num blogue nos Estados Unidos
diz que a cultura do profissional 
é mais importante do que a estratégia.
Porém, o que ele define como cultura
é o que nós chamamos 
de
"diversidade cultural". 

"Faça uma viagem de avião do sudeste (dos Estados Unidos) para qualquer lugar, compre sapatos da Zappos.com, calças da Nordstrom, doces da Whole Foods, qualquer produto da Costco, tome um café expresso Starbucks, etc., e você experimentará as variações dos gostos de vibrantes culturas."
Assim começa o artigo, em inglês, publicado por Shawn Parr com a data de ontem (24 de janeiro de 2012) no blogue "Fast Company", destinado a temas empresariais. Percebo, já no primeiro parágrafo, que o autor associa "cultura" aos produtos, aos serviços prestados e às suas respectivas marcas. É que os conceitos de "cultura" variam de acordo com as interpretações de cada pessoa e também de acordo com o conceito dominante em cada país. Neste caso, o que Shawn Parr chama de "vibrantes culturas" é o que nós conhecemos como "diversidade cultural". 
Ele diz também que "'cultura' é uma mistura equilibrada de psicologia humana, atitudes, ações, crenças e outros fatores que, combinados, criam algum sentimento de prazer, dor, momento grave ou estagnação miserável". Este é simplesmente um conceito de "divergência cultural" descrito em suas próprias palavras. Nos, brasileiros, tendemos a conceituar essa divergência como o conjunto de diferentes fatores culturais - modo de falar, modo de se vestir, maneira de se comportar em certos ambientes e certas ocasiões, etc. - como uma divergência cultural de uma mesma pessoa. Porém, a ideia geral de divergência cultural também inclui fatores que relacionam a pessoa aos ambientes em que ela vive, frequenta, etc. Tanto os fatores pessoais como os interpessoais muitas vezes fazem com que a pessoa paute sua vida por normas pré-estabelecidas, buscando "esquecer", abandonar completamente, sua própria mistura pessoal de culturas. É o que acontece, por exemplo, quando as pessoas deixam de fazer certas coisas, não porque são coisas "erradas", mas porque "a religião não permite", a sociedade não aprova, etc.
"Estratégia" é o nome que se dá a qualquer ação devidamente planejada com a finalidade de se obter um resultado desejado. Portanto, é óbvio que, para uma pessoa garantir sua estabilidade no emprego ou manter condições mínimas para competir no mercado de trabalho, ela precisa combinar adequadamente sua estratégia de trabalho e suas divergências culturais, é uma das melhores formas de se conseguir isto é a frequência a um curso de qualificação profissional.
Geralmente as empresas e demais organizações (órgãos públicos, etc.) dão aos seus funcionários oportunidades para melhorar sua qualificação profissional através de cursos, seminários, etc. Na maioria dos casos as instituições não obrigam os funcionários a participarem desses eventos, mas os convidam ou sugerem que eles participem. No entanto, apesar da não exigência de sua participação, caso o funcionário não aceite a sugestão ou o convite, obviamente em pouco tempo ele estará desempregado. A razão é óbvia: por melhor profissional que ele seja, precisa melhorar sempre. Negar-se a participar de oportunidades de melhoria de qualificação é demonstrar falta de interesse em melhorar cada vez mais, e nenhuma organização quererá manter em seus quadros um funcionário que já deixou de buscar patamares de qualidade profissional mais elevados. 

Segunda-feira, Dezembro 05, 2011

Mulheres que atuam em áreas de tecnologia são vítimas de preconceito.

Muitas delas alegam 
que os motivos do desinteresse por essas áreas são outros,
mas não descartam o preconceito dos homens.

Um artigo divulgado hoje pelo jornal online "Último Segundo" informa que muitas mulheres estão desistindo de procurar profissões em áreas tecnológicas por causa de preconceitos dos homens contra a atuação delas nesses setores. O artigo diz que Margareth Ortiz Camargo, atualmente superintendente de Tecnologia da Informação (TI) do Hospital Sírio-Libanês em São Paulo, disse que, quando conseguiu seu primeiro emprego em TI (em Campinas), as mulheres ainda eram obrigadas a usar saias no ambiente de trabalho. Ao mesmo tempo, ela informou que mesmo assim, quando ingressou no curso de técnico de processamento de dados, havia mais mulheres do que durante a graduação e do que no local de trabalho.
O problema ocorre no Brasil inteiro, não somente em relação à TI, mas a todas as áreas técnicas. Entretanto, muitas mulheres afirmam que seu desinteresse por essas atividades não se dá apenas por causa do preconceito. Os motivos variam muito, e u  dos principais é a dificuldade de conciliar a vida pessoa com o trabalho, pois a atuação - principalmente em TI - requer cumprimentos de horários pouco convencionais. 
Uma pesquisa realizada no no Brasil pela Microsoft em parceria com a Sociedade Brasileira de Computação (SBC) revelou que na década de 1980 o número de mulheres era quase igual ao de homens nos cursos relacionados à informática, mas atualmente elas constituem menos de 10% do total de alunos. Na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), as mulheres matriculadas nos cursos de Sistemas de Computação e Ciência da Computação não chegam a 20% do total de alunos. Na Universidade de São Paulo, elas são 11% dos 260 alunos. Na Universidade Federal de Pernambuco, uma das mais procuradas do país, elas são menos de 10% dos 872. Em Pernambuco, muitas das mulheres entrevistadas disseram que o que mais desmotiva a procura por essas áreas profissionais é o nível de salários, que é muito baixo, mas afirmam que há preconceito.   

Segunda-feira, Novembro 28, 2011

Juliana Vargas - Publicitária

Batalhadora, inovadora, 
esta minha amiga cumpre sua missão
com muito talento e seriedade. 

Esta minha amiga não somente demonstra que tem talentos como também demonstra que tem muito talento para administrar os talentos que tem. Formada em comunicação social pelas Faculdades Integradas Espírito-Santenses (Faesa), ela já atuou como consultora de marketing do grupo Acqua Mania (ver http://www.acquamania.com.br/), coordenadora do Programa Lazer & Cultura na Dikma. empresa da área de terceirização estratégica (ver http://www.dikma.com.br/). Atualmente ela é analista de marketing da Farmácia Mônica (Vila Velha - ES). 
Juliana se considera uma pessoa muito organizada. E é, mesmo. A prova disto é a forma como ela organiza seus planos pessoais. Já trabalhou na coordenação de contratos para a Arcelor Mittal na CST (Companhia Siderúrgica de Tubarão) e em Cariacica (ES). "Atualmente meu objetivo é me tornar gerente de marketing ou até mesmo uma consultora, mas meu grande sonho mesmo é ter meu próprio negócio atuando em planejamento estratégico, marketing e comunicação. 
Para mencionar tudo que é importante sobre Juliana Vargas, seria necessário dedicar um artigo bastante extenso sobre ela. Por isto recomendo que vocês vejam o perfil dela no LinkedIn  (http://br.linkedin.com/pub/juliana-vargas/28/71/510) para ter uma ideia mais completa de exemplo de competência, talento e dinamismo que ela é. 

Sábado, Novembro 26, 2011

Excelente trabalho do Instituto Criar

É muito gratificante
encontrarmos na internet 
um trabalho de excelente qualidade
como este vídeo 
do 
Instituto Criar. 
O narrador é Luciano Huck. 

Quinta-feira, Agosto 18, 2011

Brasil: desempregos à vista!

As informações do UBS
sobre o custo de vida no Brasil
retratam uma realidade alarmante.
Empresários de todos os setores
estão muito preocupados.


As notícias que estão sendo veiculada desde ontem pelos principais jornais do mundo e por todos os veículos de informação do país está gerando debates em programas de rádio e televisão e se destacando como as principais manchetes dos jornais impressos e online do país. No Brasil, empresários de todos os setores então muito preocupados - e com muita razão. Segundo os jornais, tanto as empresas como os setores governamentais admitem: o fato é que, apesar de ter ocorrido aumentos nos salários dos trabalhadores nos últimos cinco anos, o poder de compra dos brasileiros caiu muito. Apesar dos salários terem sido aumentados, o consumidor brasileiro tem hoje menos condições de consumir do que tinha há cinco anos.
As informações são baseadas no relatório divulgado pelo UBS (Union Bank of Switzerland - "Banco União da Suíça"), uma rede de serviços financeiros globais da Suíça que inclui bancos de investimentos e prestadores de serviços de ativos e de fortunas para clientes privados, corporativos e institucionais em todo o mundo. O relatório traz o resultado de uma pesquisa sobre o custo de vida em 73 cidades do mundo, incluindo Nova Iorque (Estados Unidos) e duas cidades brasileiras: São Paulo e Rio de Janeiro. 
Segundo o UBS, o poder de compra dos habitantes dessas cidades caiu muito nos últimos cinco anos. Nas duas cidades brasileiras, isto aconteceu por várias razões, mas principalmente por causa da valorização do real e do aquecimento da atividade econômica. Para você ter uma ideia de como isto acontece, basta dizer que a "valorização do real" significa a queda da circulação do dinheiro no mercado. Dinheiro é mercadoria; portanto, como ocorre com qualquer tipo de mercadoria, quanto menos houver em oferta no mercado, mais valorizado (ou seja, mais caro) ele se torna. No artigo "O que é inflação" ( http://conban.blogspot.com/2011/08/3-o-que-e-inflacao.html ), o qual publiquei no domingo passado no blogue "Tudo que Todos Precisam Saber sobre Mercado Financeiro", você poderá encontrar explicações sobre como isto acontece. 
O relatório do banco suíço informa que, há cinco anos, o custo de vida nas capitais de São Paulo e Rio de Janeiro equivalia à metade do custo de vida de Nova Iorque, e atualmente o de São Paulo chega a 74%, e o do Rio de Janeiro a 79%, em relação ao da famosa cidade norte americana. Evidentemente São Paulo e Rio de Janeiro foram citadas por serem as principais cidades do país sob o ponto de vista econômico, mas certamente isto causa impactos em todo o território nacional. Além da inflação, ocorre a deflação (ver "O que é Inflação"): as empresas são obrigadas a reduzir os preços de seus produtos e serviços ao consumidor para aumentar o volume de vendas, as vendas a preços abaixo do custo geram prejuízos às empresas, estas precisam diminuir sua produção para diminuir custos, e a diminuição da produção causa a demissão de funcionários. É claro que torço para que eu esteja enganado, mas parece-me que estamos diante da ameaça de mais aumento do índice de desemprego. 

Segunda-feira, Julho 04, 2011

O que todos precisam saber sobre taxas de câmbio, macroeconomia e microeconomia

Qualquer que seja a profissão que você pretenda escolher
ou que já exerce, 
há certos detalhes da economia que você precisa saber.
Por exemplo, o que são taxas de câmbio,
macroeconomia e microeconomia.

Se você pretende realizar um curso, seja de nível técnico ou superior, e de qualquer área, precisa ter em mente que, já que está se preparando para exercer uma profissão, está se preparando para ser um empreendedor. Com o avanço da globalização e com todos os países do mundo se filiando a blocos econômicos para facilitar a circulação de bens e serviços no comércio internacional, torna-se cada vez mais evidente que todo jovem que já esteja na fase da escolha de sua profissão já comece a conhecer bem algumas coisas básicas relacionadas às economias regional, nacional e internacional, mas esses conhecimentos são igualmente importantes para profissionais que queiram manter seu lugar garantido no mercado de trabalho. Precisam saber, por exemplo, alguns detalhes sobre taxas de câmbio, macroeconomia e microeconomia. 
A taxa de câmbio é o preço de uma unidade monetária em relação ao de outra (por exemplo, o preço do dólar em relação ao do real) no mercado internacional. Ela é definida diretamente, quando exprime o valor de uma unidade estrangeira em relação à nacional, e indiretamente quando ocorre o contrário. Ou seja: a taxa de câmbio é o reflexo do custo de uma moeda em relação à outra dividido pelas taxas de venda e de compra. Do ponto de vista de um banco autorizado pelo Banco Central, a taxa de venda é o preço que o banco cobra para vender a moeda estrangeira, e a taxa de compra é o preço que ele aceita para pagar pela mesma moeda. 
É muito importante estar atento a estes detalhes porque o câmbio é uma variável importantíssima da macroeconomia, que é o estudo detalhado de uma economia regional ou nacional como um todo. A macroeconomia nacional é a observação de todos os detalhes da economia de um país (no nosso caso, o Brasil). A macroeconomia regional tanto pode ser relacionada à economia conjunta de algumas cidades vizinhas como à de estados de uma mesma região ou de países que integram um mesmo bloco econômico (ver "O que são Blocos Econômicos" - http://promertra.blogspot.com/2011/07/o-que-sao-blocos-economicos.html) ou de países de um mesmo continente. Porém, para entendê-la melhor, é bom entender o que é a microeconomia. 
Não se trata exatamente de duas coisas contrárias, e sim de uma coisa dependente da outra. A macroeconomia se concentra principalmente no estudo das principais tendências da microeconomia, que é a verificação de problemas nas relações entre as alocações e as finalidades de recursos financeiros e de seus impactos sobre o comportamento econômico individual de consumidores e de empresas, considerando-se a distribuição de produção e de renda entre eles. Baseando-se nisto, a macroeconomia possibilita a obtenção de dados relacionados principalmente à produção de bens e de serviços, à geração de renda, ao uso de recursos, ao comportamento dos preços e ao comércio exterior para colaborar para o crescimento da economia e da oferta de empregos, para a estabilidade de preços e para manter a inflação sob controle. 
É importante que o empreendedor esteja atento a esses detalhes porque eles são fundamentais para o entendimento do conceito do sistema econômico como algo que envolve todos os recursos produtivos divididos entre cinco tipos de mercado: o mercado de bens e de serviços, que determina o nível de produção agregada e o nível de preços; o mercado de trabalho, que admite a existência de mão de obra sem considerar características específicas e determina níveis de salários e de emprego; o mercado monetário, que analisa a demanda da moeda e sua oferta pelo Banco Central (que, por sua vez, determina a taxa de juros); o mercado de títulos, que analisa agentes econômicos superavitários (que tem níveis de gastos inferiores aos seus níveis de renda) e deficitários (que tem níveis de gastos inferiores aos seus níveis de renda), e o mercado de divisas, que depende das exportações e de entradas de capitais financeiros determinadas pelo volume de importações e de saída de capital financeiro.